Death Note Black Edition Vol. 1, de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Death Note Black Edition Vol. 1, de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, recebe nota 9.0/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 4ª posição em Os 10 Melhores Mangás de Todos os Tempos (e Por Onde Começar). É indicado para quem não lê mangá e quer o que mais parece thriller, e não é indicado para quem quer ação — aqui a luta é de dedução e dura páginas. A edição que eu recomendo é a da JBC, com 400 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Light Yagami acha um caderno que mata quem tiver o nome escrito nele e decide limpar o mundo. Do outro lado, o detetive L tenta descobrir quem é. A série inteira é esse duelo.

  • Autor: Tsugumi Ohba e Takeshi Obata
  • Publicado em: 2025
  • Gênero: Mangá / Suspense
  • Edição indicada: JBC
  • Páginas: 400 páginas
  • Nota do Léo: 9.0 de 10
  • Na Amazon: 4,9 de 5, em 3.478 avaliações de leitores

A leitura de Death Note Black Edition Vol. 1

Light Yagami acha um caderno que mata quem tiver o nome escrito nele. Em vez de hesitar, ele decide limpar o mundo dos criminosos, e a polícia chama o detetive L. A série inteira é os dois tentando descobrir quem é o outro antes de serem descobertos.

É o mangá mais fácil de entregar a quem não lê mangá, porque não depende de nenhuma convenção do gênero: é thriller de gato e rato, com dois personagens inteligentes e nenhum herói para torcer com a consciência limpa.

São 12 volumes, e a Black Edition da JBC junta dois em um, com 4,9 na Amazon e 3.478 avaliações. A segunda metade, depois de um evento no meio da série, perde força — e quase todo leitor concorda com isso.

Prós e contras de Death Note Black Edition Vol. 1

✅ Prós

  • 3.478 avaliações com 4,9 — o mangá de suspense mais lido no Brasil
  • 12 volumes só, e a Black Edition junta de dois em dois: termina rápido
  • O duelo de dedução entre Light e L é o melhor do gênero em qualquer mídia
  • Não exige nenhuma familiaridade com mangá: funciona como thriller

⚠️ Contras

  • A segunda metade, depois de um evento no meio da série, perde força e divide leitores
  • Os diálogos internos são longos e o ritmo é de xadrez, não de ação
  • A Black Edition tem papel fino demais para o preço

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem não lê mangá e quer o que mais parece thriller.
  • Pule se você for: quem quer ação — aqui a luta é de dedução e dura páginas.

Vale a pena ler Death Note Black Edition Vol. 1? O veredito

O veredito do Léo · nota 9.0/10

É o mangá que eu daria para quem jura que não lê mangá, porque não parece um: é thriller de gato e rato com o melhor protagonista detestável da lista. São doze volumes, a metade final é claramente inferior à primeira, e mesmo assim poucas histórias em quadrinhos prendem tanto nos primeiros seis.

Death Note Black Edition Vol. 1 — JBC

É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.

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Este livro ocupa a 4ª posição em Os 10 Melhores Mangás de Todos os Tempos (e Por Onde Começar).

Perguntas frequentes sobre Death Note Black Edition Vol. 1

Death Note vale a pena?

Vale: 4,9 na Amazon com 3.478 avaliações e apenas 12 volumes. É o mangá mais fácil de recomendar para quem nunca leu mangá.

Quantos volumes tem Death Note?

São 12. Na Black Edition, que junta dois em cada tomo, são 6 livros.

Qual edição de Death Note comprar?

A Black Edition da JBC, que sai mais em conta por volume. O papel é fino para o preço, mas é a melhor opção disponível.

A segunda parte de Death Note é pior?

É, e é consenso entre leitores: depois de um evento no meio da série, a tensão cai bastante.

Quantas páginas tem o volume 1?

São 400 páginas na Black Edition, que reúne dois volumes originais.

Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.

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