Não é Amor, de Ali Hazelwood: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Não é Amor, de Ali Hazelwood, recebe nota 6.8/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 10ª posição em Livros de Ali Hazelwood: Os 10 Melhores e a Ordem de Leitura. É indicado para quem já leu os outros e quer completar a obra da autora, e não é indicado para quem está começando — é o mais fraco dela e daria a impressão errada. A edição que eu recomendo é a da Arqueiro — tradução de Thaís Britto, com 368 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Rue Siebert é engenheira de biotecnologia numa startup de ciência dos alimentos. O mundo estável que ela construiu ameaça ruir quando Eli Killgore lidera uma aquisição hostil da empresa.

  • Autor: Ali Hazelwood
  • Publicado em: 2024
  • Gênero: Romance adulto
  • Edição indicada: Arqueiro — tradução de Thaís Britto
  • Páginas: 368 páginas
  • Nota do Léo: 6.8 de 10
  • Na Amazon: 4,6 de 5, em 3.932 avaliações de leitores

A leitura de Não é Amor

Rue Siebert é engenheira de biotecnologia numa startup de ciência dos alimentos, e o mundo estável que ela construiu ameaça ruir quando Eli Killgore lidera uma aquisição hostil da empresa. É a premissa mais adulta que a Hazelwood já usou.

Rue é a protagonista mais fechada dela, e a relutância em confiar tem causa explicada em vez de ser apenas um traço de personalidade. O livro também abre o fio das famílias Killgore e Harkness, que continua em Um Amor Problemático de Verão.

A execução não acompanha. É o pior avaliado dela no Brasil, com 4,6 contra os 4,8 dos principais, a trama corporativa se resolve por conveniência, e o par romântico não tem química suficiente para sustentar a premissa de inimigos.

Prós e contras de Não é Amor

✅ Prós

  • A premissa da aquisição hostil é a mais adulta que ela já usou, e o conflito profissional é legítimo
  • Rue é a protagonista mais fechada dela, e a relutância em confiar tem causa explicada
  • Abre o fio das famílias Killgore e Harkness, que continua em Um Amor Problemático de Verão

⚠️ Contras

  • É o pior avaliado dela no Brasil: 4,6 contra 4,8 dos principais, e a queda aparece nos comentários
  • A trama corporativa é resolvida por conveniência, e quem trabalha com isso vai revirar os olhos
  • O par romântico não tem química suficiente para sustentar a premissa de inimigos

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem já leu os outros e quer completar a obra da autora.
  • Pule se você for: quem está começando — é o mais fraco dela e daria a impressão errada.

Vale a pena ler Não é Amor? O veredito

O veredito do Léo · nota 6.8/10

Fica em último e continua no site com o motivo escrito: é o mais fraco dela e ainda assim faz parte da obra. Não é Amor tem a melhor premissa da bibliografia e a pior execução — a aquisição hostil merecia um livro que a levasse a sério. Leia por último, se ler.

Não é Amor — Arqueiro

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Este livro ocupa a 10ª posição em Livros de Ali Hazelwood: Os 10 Melhores e a Ordem de Leitura.

Perguntas frequentes sobre Não é Amor

Não é Amor vale a pena?

Vale só para quem quer completar a obra: 3.932 avaliações com média 4,6, a nota mais baixa da autora no Brasil. Tem a melhor premissa da bibliografia e a pior execução.

Quantas páginas tem Não é Amor?

São 368 páginas na edição do Arqueiro, com tradução de Thaís Britto.

Por que Não é Amor é o pior avaliado da Ali Hazelwood?

A queda de 4,8 para 4,6 aparece nos comentários por dois motivos: a trama corporativa se resolve por conveniência e o casal não convence como inimigos. A premissa promete um livro mais adulto do que o que foi entregue.

Não é Amor tem continuação?

Não diretamente, mas Um Amor Problemático de Verão se passa no mesmo círculo, com as famílias Killgore e Harkness. É continuação de mundo, não de história.

Devo ler Não é Amor?

Por último, se ler. Ele não faz mal a ninguém, mas não representa a autora — começar por aqui daria uma impressão bem pior do que ela merece.

Resenha revisada em 09/09/2026 por Léo Rezende.

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