Humano, Demasiado Humano, de Friedrich Nietzsche: resenha, prós e contras

Leitura, análise e recomendação
Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.
Publicado em 1878, marcou o afastamento de Nietzsche em relação ao romantismo de Wagner e ao pessimismo de Schopenhauer. Expande a forma do aforismo para tratar de moral, religião, arte e política.
- Autor: Friedrich Nietzsche
- Publicado em: 1878
- Gênero: Filosofia
- Edição indicada: Companhia de Bolso — tradução de Paulo César de Souza (volume I)
- Páginas: 320 páginas
- Nota do Léo: 8.3 de 10
- Na Amazon: 4,8 de 5, em 509 avaliações de leitores
A leitura de Humano, Demasiado Humano
Publicado em 1878, segundo a sinopse, o livro marcou o afastamento de Nietzsche em relação ao romantismo de Wagner e ao pessimismo de Schopenhauer. Influenciado pelos moralistas franceses, ele expande o aforismo para tratar de moral, religião, arte, amor e política.
A edição da Companhia de Bolso tem tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza. São 320 páginas, e este é só o volume I.
Tem 4,8 na Amazon com 509 avaliações, e aparece em uma das listas editoriais que cruzei.
Prós e contras de Humano, Demasiado Humano
✅ Prós
- Nota 4,8 na Amazon, com tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza
- Marca o afastamento do autor em relação a Wagner e Schopenhauer
- Aforismos sobre moral, religião, arte, amor e política
- Aparece em uma das listas editoriais que cruzei
⚠️ Contras
- É o volume I, e o volume II sai em edição separada
- 320 páginas de aforismos, que pedem leitura devagar
- Só 509 avaliações
Para quem é (e para quem não é)
- Leia se você for: quem quer ver a virada do autor depois de Wagner.
- Pule se você for: quem procura um primeiro Nietzsche.
Vale a pena ler Humano, Demasiado Humano? O veredito
O veredito do Léo · nota 8.3/10
Recomendo para quem já gosta do autor e quer ver a virada dele, longe do romantismo. A edição traz tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza, e tem 4,8. Atenção: é só o volume I.
Humano, Demasiado Humano — Companhia de Bolso
É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.
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Perguntas frequentes sobre Humano, Demasiado Humano
Humano, Demasiado Humano vale a pena?
Humano, Demasiado Humano tem mais de um volume?
Quando foi publicado?
Quantas páginas tem?
Quem traduziu?
Resenha revisada em 06/10/2026 por Léo Rezende.
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