A Alegria de Ensinar, de Rubem Alves: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: A Alegria de Ensinar, de Rubem Alves, recebe nota 8.7/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 2ª posição em Livros de Rubem Alves: Os 10 Melhores e Por Onde Começar. É indicado para professor cansado que precisa lembrar por que começou, e não é indicado para quem não dá aula. A edição que eu recomendo é a da Papirus, com 96 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Ensaios curtos sobre o ofício de ensinar, em torno da ideia de que ensinar é um exercício de imortalidade: o professor continua vivendo em quem aprendeu a ver o mundo com ele.

  • Autor: Rubem Alves
  • Publicado em: 2000
  • Gênero: Educação
  • Edição indicada: Papirus
  • Páginas: 96 páginas
  • Nota do Léo: 8.7 de 10
  • Na Amazon: 4,8 de 5, em 281 avaliações de leitores

A leitura de A Alegria de Ensinar

São ensaios curtos sobre o ofício de ensinar, organizados em torno da ideia de que ensinar é um exercício de imortalidade — o professor continua vivendo em quem aprendeu a ver o mundo com ele.

São 96 páginas que cabem numa viagem de ônibus e falam do professor real, de turma cheia e salário ruim. Está na 15ª reimpressão e tem 4,8 na Amazon.

É curto e não desenvolve o que propõe. E fora da sala de aula rende bem menos: o livro conversa com quem dá aula.

Prós e contras de A Alegria de Ensinar

✅ Prós

  • 4,8 na Amazon e 15 reimpressões — virou leitura obrigatória em curso de licenciatura
  • 96 páginas: cabe numa viagem de ônibus e muda a semana de quem dá aula
  • A frase sobre ensinar como exercício de imortalidade é a mais citada dele
  • Fala do professor real, com turma cheia e salário ruim

⚠️ Contras

  • Só 281 avaliações para um livro tão presente em faculdade de educação
  • É curto e não desenvolve o que propõe
  • Quem não dá aula aproveita bem menos

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: professor cansado que precisa lembrar por que começou.
  • Pule se você for: quem não dá aula.

Vale a pena ler A Alegria de Ensinar? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.7/10

Fica em segundo e é o livro que eu daria a um professor em crise. A Alegria de Ensinar tem noventa e seis páginas e a frase mais citada que ele escreveu — a de que ensinar é um exercício de imortalidade. Não desenvolve muito o que propõe, e é curto mesmo. Mas acerta o alvo: fala do professor de turma cheia, não do professor ideal.

A Alegria de Ensinar — Papirus

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Este livro ocupa a 2ª posição em Livros de Rubem Alves: Os 10 Melhores e Por Onde Começar.

Perguntas frequentes sobre A Alegria de Ensinar

A Alegria de Ensinar vale a pena?

Vale, sobretudo para professor. São 96 páginas com 4,8 na Amazon e 281 avaliações, e o livro já está na 15ª reimpressão.

É leitura obrigatória em pedagogia?

Aparece com frequência em bibliografia de licenciatura, junto com Conversas com Quem Gosta de Ensinar.

Quantas páginas tem?

São 96 páginas na edição da Papirus.

Serve para quem não é professor?

Rende menos. O livro fala diretamente de quem dá aula e do que acontece na escola.

Qual a frase mais conhecida do livro?

A de que ensinar é um exercício de imortalidade, porque o professor segue vivendo em quem aprendeu a ver o mundo com ele.

Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.

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