Deus no Banco dos Réus, de C. S. Lewis: resenha, prós e contras

Leitura, análise e recomendação
Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.
Reunião póstuma de ensaios, artigos e cartas de jornal em que Lewis responde a objeções ao cristianismo, discute ética, milagres e o papel da religião na vida pública britânica do pós-guerra.
- Autor: C. S. Lewis
- Publicado em: 1970
- Gênero: Ensaio / Religião
- Edição indicada: Thomas Nelson Brasil
- Páginas: 416 páginas
- Nota do Léo: 7.8 de 10
- Na Amazon: 4,9 de 5, em 1.378 avaliações de leitores
A leitura de Deus no Banco dos Réus
Deus no Banco dos Réus é o material que sobrou reunido em volume, e tem coisas boas espalhadas entre respostas a debates que ninguém mais acompanha. É a coletânea mais completa da produção dispersa do C. S. Lewis, com textos que não estão em nenhum outro livro publicado por aqui.
O valor está em ver o autor no debate direto: respondendo a críticos em tempo real, em artigos de jornal e cartas, sem a construção cuidadosa dos livros. É outro registro, mais rápido e mais combativo.
É a coletânea mais dispersa que existe dele: os textos foram escritos para ocasiões muito diferentes, boa parte responde a polêmicas britânicas dos anos 1940 e 1950 hoje ilegíveis sem nota, e as 416 páginas não têm nenhuma linha condutora. Serve para consulta. Como leitura seguida, é o mais árido — deixe por último.
Prós e contras de Deus no Banco dos Réus
✅ Prós
- Nota 4,9 e é a coletânea mais completa da produção dispersa dele
- 416 páginas com textos que não estão em nenhum outro volume publicado no Brasil
- Mostra Lewis no debate direto, respondendo a críticos em tempo real
- Vários ensaios curtos e independentes, bons para consulta
⚠️ Contras
- É a coletânea mais dispersa da lista: os textos foram escritos para ocasiões muito diferentes
- Boa parte responde a polêmicas britânicas dos anos 1940 e 1950, hoje ilegíveis sem nota
- 416 páginas sem nenhuma linha condutora, o que torna a leitura corrida cansativa
Para quem é (e para quem não é)
- Leia se você for: quem já leu os principais do C. S. Lewis e quer a obra dispersa dele.
- Pule se você for: quem vai ler do começo ao fim — é o volume mais árido do conjunto.
Vale a pena ler Deus no Banco dos Réus? O veredito
O veredito do Léo · nota 7.8/10
Recomendo por último, e só para quem já leu os principais. Deus no Banco dos Réus é o material que sobrou reunido em volume, e tem coisas boas espalhadas entre respostas a debates que ninguém mais acompanha. Serve para consulta. Como leitura seguida, é o mais árido do conjunto.
Deus no Banco dos Réus — Thomas Nelson Brasil
É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.
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Perguntas frequentes sobre Deus no Banco dos Réus
Deus no Banco dos Réus vale a pena?
Quantas páginas tem Deus no Banco dos Réus?
É um bom primeiro livro do C. S. Lewis?
Os textos são atuais?
Serve como livro de consulta?
Resenha revisada em 31/08/2026 por Léo Rezende.
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