O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, recebe nota 9.6/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 1ª posição em Os 10 Melhores Livros de Aventura de Todos os Tempos. É indicado para quem quer a melhor história de vingança já escrita e aceita 1.664 páginas de folhetim, e não é indicado para quem vai comprar sem conferir se a edição é integral — metade do mercado é versão cortada. A edição que eu recomendo é a da Zahar — edição bolso de luxo, texto integral, com 1664 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Edmond Dantès é preso na véspera do próprio casamento por uma denúncia falsa e passa catorze anos numa fortaleza. Foge, encontra uma fortuna e volta a Paris com outro nome para cobrar a conta de cada um dos que o entregaram.

  • Autor: Alexandre Dumas
  • Publicado em: 1844
  • Gênero: Aventura
  • Edição indicada: Zahar — edição bolso de luxo, texto integral
  • Páginas: 1664 páginas
  • Nota do Léo: 9.6 de 10
  • Na Amazon: 4,8 de 5, em 4.179 avaliações de leitores

A leitura de O Conde de Monte Cristo

O que surpreende no Conde de Monte Cristo é o ritmo. São 1.664 páginas escritas para sair em capítulos no jornal, e cada uma termina num gancho — o Dumas era pago para fazer o leitor comprar a edição do dia seguinte, e isso se sente em cada capítulo. Levei três semanas e não foi sofrimento nenhum.

É a melhor trama de vingança da literatura, e nenhum thriller moderno chegou perto desde 1844. A construção é matemática: catorze anos de prisão, uma fortuna, um nome novo, e então a conta cobrada de cada um dos que o entregaram, na ordem certa e com o instrumento certo.

Duas notas práticas. O terço central, com as tramas parisienses paralelas, exige atenção com dezenas de nomes — vale anotar. E cuidado com as edições abreviadas: metade do que se vende como Monte Cristo é versão cortada, às vezes pela metade, sem avisar na capa. Confira se é texto integral antes de comprar.

Prós e contras de O Conde de Monte Cristo

✅ Prós

  • É a melhor trama de vingança da literatura, e nenhum thriller moderno chegou perto desde 1844
  • 4.179 avaliações com média 4,8 nesta edição de texto integral
  • As 1.664 páginas passam mais rápido do que o número sugere: Dumas escrevia em folhetim, e cada capítulo termina puxando o próximo
  • A edição bolso de luxo da Zahar traz o texto completo, sem os cortes das versões abreviadas

⚠️ Contras

  • 1.664 páginas: é o mais longo do site inteiro e assusta com razão
  • O terço central, com as tramas parisienses paralelas, exige atenção com dezenas de nomes
  • Cuidado com edições abreviadas: metade do que se vende como Monte Cristo é versão cortada

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer a melhor história de vingança já escrita e aceita 1.664 páginas de folhetim.
  • Pule se você for: quem vai comprar sem conferir se a edição é integral — metade do mercado é versão cortada.

Vale a pena ler O Conde de Monte Cristo? O veredito

O veredito do Léo · nota 9.6/10

Recomendo em primeiro lugar, e é o melhor livro de aventura já escrito. O que surpreende no Conde de Monte Cristo é o ritmo: 1.664 páginas escritas para sair em capítulos no jornal, cada uma terminando num gancho. Levei três semanas e não foi sofrimento nenhum. Só confira se a edição é integral antes de comprar.

O Conde de Monte Cristo — Zahar

É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.

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Este livro ocupa a 1ª posição em Os 10 Melhores Livros de Aventura de Todos os Tempos.

Perguntas frequentes sobre O Conde de Monte Cristo

O Conde de Monte Cristo vale a pena?

Vale, e é o melhor livro de aventura já escrito: 4.179 avaliações com média 4,8. As 1.664 páginas passam mais rápido do que parece — foi escrito em folhetim, e cada capítulo termina puxando o próximo.

Quantas páginas tem O Conde de Monte Cristo?

São 1.664 páginas na edição bolso de luxo da Zahar, com texto integral. É o livro mais longo que eu recomendo, e ainda assim um dos mais rápidos de virar.

Como saber se a edição é integral?

Procure a indicação 'texto integral' ou 'edição completa' na capa ou na ficha do livro, e desconfie de qualquer versão com menos de mil páginas. Muitas edições abreviadas cortam metade do romance sem deixar isso claro.

O Conde de Monte Cristo é difícil de ler?

Não. A prosa é clara e o ritmo é de folhetim. A única exigência é atenção com os nomes na parte parisiense, onde dezenas de personagens circulam sob identidades e títulos diferentes.

Qual a melhor edição de O Conde de Monte Cristo?

A bolso de luxo da Zahar traz o texto integral em volume único, com boa tradução e acabamento — é a mais recomendada hoje. Edições em dois volumes também circulam e servem, desde que sejam completas.

Resenha revisada em 31/08/2026 por Léo Rezende.

Transparência: o Mural dos Livros participa do Programa de Associados da Amazon. Se você comprar por um link daqui, eu recebo uma pequena comissão — sem nenhum custo a mais pra você. Nenhuma editora paga para aparecer melhor posicionada nesta lista; a ordem é minha opinião de leitor, e só.

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