A Última Música, de Nicholas Sparks: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: A Última Música, de Nicholas Sparks, recebe nota 7.5/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 8ª posição em Livros de Nicholas Sparks: os 10 Melhores para Começar. É indicado para quem quer o Nicholas Sparks tratando de relação entre pai e filha, e não é indicado para quem lê pelo romance — a história de amor adolescente é a mais dispensável dele. A edição que eu recomendo é a da Arqueiro — edição digital, com 483 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Uma adolescente revoltada é obrigada a passar o verão com o pai, de quem se afastou depois do divórcio. Ele é pianista e professor, ela largou a música por causa dele. O verão muda as duas coisas.

  • Autor: Nicholas Sparks
  • Publicado em: 2009
  • Gênero: Romance
  • Edição indicada: Arqueiro — edição digital
  • Páginas: 483 páginas
  • Nota do Léo: 7.5 de 10
  • Na Amazon: 4,7 de 5, em 868 avaliações de leitores

A leitura de A Última Música

A Última Música foi escrito em paralelo ao roteiro do filme, e dá para sentir: as cenas são montadas como sequências de cinema, com entradas e saídas marcadas. Isso atrapalha o livro em vários pontos.

O que funciona é o reencontro do pai com a filha. Ele é pianista e professor, ela largou a música por causa dele, e o verão obrigatório na casa dele desmonta os dois devagar. É bem construído e é o centro real do livro — o irmão mais novo é um dos melhores personagens secundários da obra dele.

A protagonista adolescente tem uma voz que soa artificial em vários trechos, e são 483 páginas para uma história que caberia confortavelmente em trezentas. A história de amor adolescente é a parte mais dispensável. Recomendo pela relação entre pai e filha, não pelo romance.

Prós e contras de A Última Música

✅ Prós

  • A relação entre pai e filha é o centro real do livro e é bem construída
  • 868 avaliações com média 4,7
  • 483 páginas com desenvolvimento de personagem mais lento e mais cuidadoso que a média dele
  • O irmão mais novo é um dos melhores personagens secundários da obra

⚠️ Contras

  • Foi escrito junto com o roteiro do filme, e a estrutura de cena para cinema aparece o tempo todo
  • A protagonista adolescente tem uma voz que soa artificial em vários trechos
  • 483 páginas para uma história que caberia confortavelmente em 300

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer o Nicholas Sparks tratando de relação entre pai e filha.
  • Pule se você for: quem lê pelo romance — a história de amor adolescente é a mais dispensável dele.

Vale a pena ler A Última Música? O veredito

O veredito do Léo · nota 7.5/10

Recomendo pela relação entre pai e filha, não pelo romance. A Última Música foi escrito em paralelo ao roteiro do filme, e dá para sentir: as cenas são montadas como sequências. O que funciona é o reencontro do pai com a filha; a história de amor adolescente é a mais dispensável da lista.

A Última Música — Arqueiro

É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.

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Continue pelo ranking

Este livro ocupa a 8ª posição em Livros de Nicholas Sparks: os 10 Melhores para Começar.

Perguntas frequentes sobre A Última Música

A Última Música vale a pena?

Vale pela relação entre pai e filha, não pelo romance: 868 avaliações com média 4,7. O reencontro dos dois é bem construído e o irmão mais novo é ótimo. O livro foi escrito junto com o roteiro do filme, e a estrutura de cena aparece o tempo todo.

Quantas páginas tem A Última Música?

São 483 páginas na edição do Arqueiro — para uma história que caberia confortavelmente em trezentas.

O livro foi escrito para o filme?

Foi escrito em paralelo ao roteiro, o que é incomum. A estrutura de sequências cinematográficas aparece na construção das cenas e é a crítica mais recorrente ao romance.

A Última Música é triste?

É, e recorre a uma doença no terço final — recurso frequente na obra do autor. O peso emocional está mais na relação entre pai e filha do que na trama romântica.

Qual o melhor livro do Nicholas Sparks?

Diário de uma Paixão, com folga. Querido John e A Última Música valem pelas relações familiares, que ele constrói melhor do que os romances.

Resenha revisada em 31/08/2026 por Léo Rezende.

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