Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens, recebe nota 8.5/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 2ª posição em Os 10 Livros Mais Vendidos do Mundo de Todos os Tempos. É indicado para quem quer o romance mais vendido da história e aceita ler em formato digital, e não é indicado para quem só lê em papel — não há edição física de grande circulação em português. A edição que eu recomendo é a da edição digital em português — não há edição física de grande circulação no Brasil, com não informado pela editora.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Londres e Paris às vésperas da Revolução Francesa. Um médico libertado da Bastilha, a filha que não o conhecia, e dois homens que amam a mesma mulher e se parecem assustadoramente. Termina com uma das frases finais mais famosas da literatura.

  • Autor: Charles Dickens
  • Publicado em: 1859
  • Gênero: Romance histórico
  • Edição indicada: edição digital em português — não há edição física de grande circulação no Brasil
  • Páginas: não informado pela editora
  • Nota do Léo: 8.5 de 10
  • Na Amazon: 4,6 de 5, em 1.222 avaliações de leitores

A leitura de Um Conto de Duas Cidades

Uma ressalva prática que ninguém dá: você vai ter dificuldade de comprar este livro em português. Um Conto de Duas Cidades é o romance mais vendido da história — cerca de duzentos milhões de exemplares em 165 anos — e no Brasil circula quase só em ebook ou em adaptação resumida de 96 páginas, que não é o livro.

Se você aceitar a leitura digital, vale muito. A abertura e o encerramento estão entre os parágrafos mais citados da literatura inglesa, e o último capítulo tem uma força que justifica sozinho os 165 anos de fama. E o retrato da multidão revolucionária é uma das coisas mais assustadoras que o Dickens escreveu — ele não idealiza nem demoniza, mostra a máquina funcionando.

É folhetim de 1859: os primeiros capítulos se demoram, o excesso de personagens confunde e a repetição de informação para o leitor semanal incomoda hoje. Mas ele termina de verdade, amarrando tudo — o que é raro num romance publicado em capítulos.

Prós e contras de Um Conto de Duas Cidades

✅ Prós

  • É o romance mais vendido da história — cerca de 200 milhões de exemplares em 165 anos
  • A abertura e o encerramento estão entre os parágrafos mais citados da literatura inglesa
  • O retrato da multidão revolucionária é uma das coisas mais assustadoras que Dickens escreveu
  • Termina de verdade: o desfecho amarra tudo, o que é raro num romance de folhetim

⚠️ Contras

  • Não existe edição física de grande circulação em português — o que se acha no Brasil é digital ou adaptação resumida
  • É folhetim de 1859: os primeiros capítulos se demoram e o excesso de personagens confunde
  • Dickens escrevia por capítulo semanal, e a repetição de informação para o leitor da época incomoda hoje

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer o romance mais vendido da história e aceita ler em formato digital.
  • Pule se você for: quem só lê em papel — não há edição física de grande circulação em português.

Vale a pena ler Um Conto de Duas Cidades? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.5/10

Recomendo com uma ressalva prática que ninguém dá: você vai ter dificuldade de comprar este livro em português. É o romance mais vendido da história e no Brasil circula quase só em ebook ou em adaptação resumida de 96 páginas — que não é o livro. Se você aceitar a leitura digital, vale muito: o último capítulo tem uma força que justifica os 165 anos de fama.

Um Conto de Duas Cidades — edição digital em português

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Este livro ocupa a 2ª posição em Os 10 Livros Mais Vendidos do Mundo de Todos os Tempos.

Perguntas frequentes sobre Um Conto de Duas Cidades

Um Conto de Duas Cidades vale a pena?

Vale, com uma ressalva prática: é o romance mais vendido da história, com nota 4,6 e 1.222 avaliações, mas no Brasil circula quase só em ebook ou adaptação resumida. Se você aceitar a leitura digital, o último capítulo justifica os 165 anos de fama.

Existe edição física de Um Conto de Duas Cidades em português?

Não há edição física de grande circulação. O que se encontra com facilidade é o formato digital ou adaptações resumidas de cerca de 96 páginas — que são outra coisa, não o romance.

Qual a frase famosa de Um Conto de Duas Cidades?

A abertura, que contrapõe o melhor e o pior dos tempos, e a frase final do protagonista, sobre fazer algo muito melhor do que jamais fez. As duas estão entre os trechos mais citados da literatura inglesa.

O livro é sobre a Revolução Francesa?

Passa-se entre Londres e Paris às vésperas e durante a Revolução. Dickens retrata a violência revolucionária sem idealizar nem demonizar — e o retrato da multidão é dos trechos mais assustadores que ele escreveu.

Um Conto de Duas Cidades é difícil de ler?

Os primeiros capítulos se demoram e o número de personagens confunde. É folhetim de 1859, com repetições pensadas para quem lia um capítulo por semana. A partir do segundo terço, a leitura engata e o desfecho compensa.

Resenha revisada em 31/08/2026 por Léo Rezende.

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