Educação como Prática da Liberdade, de Paulo Freire: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Educação como Prática da Liberdade, de Paulo Freire, recebe nota 8.9/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 3ª posição em Top 10 Melhores Livros de Paulo Freire: Por Onde Começar, do Melhor ao Pior. É indicado para quem quer o Freire anterior a Pedagogia do Oprimido, e não é indicado para quem procura leitura atual de sala de aula. A edição que eu recomendo é a da Paz & Terra — 60ª edição, com 192 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Escrito em 1967, no exílio no Chile, apresenta a educação que liberta o oprimido e o insere na sociedade como força crítica e transformadora.

  • Autor: Paulo Freire
  • Publicado em: 1967
  • Gênero: Educação
  • Edição indicada: Paz & Terra — 60ª edição
  • Páginas: 192 páginas
  • Nota do Léo: 8.9 de 10
  • Na Amazon: 4,9 de 5, em 1.906 avaliações de leitores

A leitura de Educação como Prática da Liberdade

Escrito em 1967, no exílio no Chile, apresenta a educação que liberta o oprimido e o insere na sociedade como força crítica e transformadora, segundo a sinopse. Traz apresentação de Francisco Weffort, prefácio-poema de Thiago de Mello e apêndice com exemplos do método.

São 192 páginas na 60ª edição da Paz & Terra. É anterior à Pedagogia do Oprimido.

Tem 4,9 na Amazon com 1.906 avaliações.

Prós e contras de Educação como Prática da Liberdade

✅ Prós

  • Nota 4,9 na Amazon com 1.906 avaliações
  • Anterior à Pedagogia do Oprimido, mostra o começo do pensamento do autor
  • Traz apresentação de Francisco Weffort e prefácio-poema de Thiago de Mello
  • Apêndice com exemplos do método

⚠️ Contras

  • Mais datado que os livros posteriores, por ser de 1967
  • Pede interesse pelo contexto histórico do período
  • Tem menos avaliações que os dois livros mais famosos do autor

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer o Freire anterior a Pedagogia do Oprimido.
  • Pule se você for: quem procura leitura atual de sala de aula.

Vale a pena ler Educação como Prática da Liberdade? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.9/10

Recomendo para quem quer ver de onde Freire partiu antes da Pedagogia do Oprimido. É o livro do exílio no Chile, com exemplos do método, e tem 4,9 de quase 2 mil leitores. Não é o ponto de partida, mas ajuda a entender o resto.

Educação como Prática da Liberdade — Paz & Terra

É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.

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Este livro ocupa a 3ª posição em Top 10 Melhores Livros de Paulo Freire: Por Onde Começar, do Melhor ao Pior.

Perguntas frequentes sobre Educação como Prática da Liberdade

Educação como Prática da Liberdade vale a pena?

Vale para entender o começo do autor: 4,9 na Amazon com 1.906 avaliações e 192 páginas.

Vem antes da Pedagogia do Oprimido?

Vem. Foi escrito em 1967, no exílio no Chile.

O que traz o apêndice?

Exemplos do método, segundo a sinopse da edição.

Quantas páginas tem?

São 192 páginas na edição da Paz & Terra.

Quem assina a apresentação?

Francisco Weffort, com prefácio-poema de Thiago de Mello.

Resenha revisada em 11/10/2026 por Léo Rezende.

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