Esquecer o Natal, de John Grisham: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Esquecer o Natal, de John Grisham, recebe nota 7.0/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 10ª posição em Os 10 Melhores Livros de Natal. É indicado para quem já pensou em pular o Natal e fugir para longe, e não é indicado para quem espera o Grisham de tribunal. A edição que eu recomendo é a da Rocco, com 216 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Com a filha fora do país, o casal Krank decide não fazer Natal nenhum naquele ano e gastar o dinheiro num cruzeiro. A vizinhança inteira reage como se fosse uma ofensa pessoal.

  • Autor: John Grisham
  • Publicado em: 2002
  • Gênero: Comédia
  • Edição indicada: Rocco
  • Páginas: 216 páginas
  • Nota do Léo: 7.0 de 10
  • Na Amazon: 4,4 de 5, em 172 avaliações de leitores

A leitura de Esquecer o Natal

Com a filha fora do país, o casal Krank decide não fazer Natal nenhum naquele ano e gastar o dinheiro num cruzeiro. A vizinhança inteira reage como se tivesse sido pessoalmente ofendida.

É Grisham sem tribunal, e ele acerta o tom: duzentas e dezesseis páginas de comédia de vizinhança sobre a obrigação de comemorar. A pressão social do fim de ano é o tema de verdade, e por dois terços o livro é honesto sobre ela — é o único da minha lista de Natal que fala com quem não gosta da data.

Aí chega o terceiro ato e ele entrega exatamente a moral que passou o livro inteiro ridicularizando. A sátira também não escolhe alvo: ora ri dos vizinhos, ora ri do casal. Com 172 avaliações e uma edição da Rocco de 2002, é o menos lido da lista.

Prós e contras de Esquecer o Natal

✅ Prós

  • Grisham sem tribunal: 216 páginas de comédia de vizinhança, e ele acerta o tom
  • A pressão social do fim de ano é o tema, e o livro é honesto sobre ela
  • Virou o filme Um Natal Muito, Muito Louco — dá para comparar
  • O mais curto entre os livros para adultos da lista

⚠️ Contras

  • Só 172 avaliações: é o menos lido da lista, e a edição da Rocco é de 2002
  • O terceiro ato entrega tudo que o livro passou duzentas páginas criticando
  • A sátira não escolhe alvo — ora ri dos vizinhos, ora ri do casal

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem já pensou em pular o Natal e fugir para longe.
  • Pule se você for: quem espera o Grisham de tribunal.

Vale a pena ler Esquecer o Natal? O veredito

O veredito do Léo · nota 7.0/10

Fica em décimo, e digo por quê: o livro tem uma ideia ótima e desiste dela no fim. Durante dois terços, Esquecer o Natal é uma sátira afiada da obrigação de comemorar — a vizinhança tratando a decisão do casal como traição é o melhor do livro. Aí chega o terceiro ato e ele entrega exatamente a moral que estava ridicularizando. Fica na lista porque as duzentas páginas anteriores valem, e porque é o único aqui que fala com quem não gosta da data.

Esquecer o Natal — Rocco

É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.

Ver preço na Amazon →

Continue pelo ranking

Este livro ocupa a 10ª posição em Os 10 Melhores Livros de Natal.

Perguntas frequentes sobre Esquecer o Natal

Esquecer o Natal vale a pena?

Vale pelos dois primeiros terços. São 216 páginas com 4,4 na Amazon e 172 avaliações, e a sátira da obrigação de comemorar é afiada — até o desfecho entregar justamente aquilo que criticava.

Esquecer o Natal virou filme?

Virou: Um Natal Muito, Muito Louco, de 2004. A adaptação segue o enredo de perto e reforça o lado pastelão.

É um livro de tribunal como os outros do Grisham?

Não. Não tem advogado, júri nem processo — é comédia de costumes sobre um casal de subúrbio e seus vizinhos.

Quantas páginas tem Esquecer o Natal?

São 216 páginas na edição da Rocco. É o mais curto entre os livros para adultos da minha lista de Natal.

Esquecer o Natal é engraçado?

É, no registro de comédia de vizinhança. O humor vem do exagero da reação alheia, não de piada construída — quem gosta de sátira de subúrbio se diverte.

Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.

Transparência: o Mural dos Livros participa do Programa de Associados da Amazon. Se você comprar por um link daqui, eu recebo uma pequena comissão — sem nenhum custo a mais pra você. Nenhuma editora paga para aparecer melhor posicionada nesta lista; a ordem é minha opinião de leitor, e só.

Go up