A Cidade dos Ladrões, de Ian Livingstone e Steve Jackson: resenha, prós e contras

Leitura, análise e recomendação
Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.
Livro-jogo em que você é o protagonista: atravessa a cidade de Porto Blacksand em busca de um feiticeiro, escolhendo caminhos numerados, rolando dados e anotando o que acontece numa ficha no fim do volume.
- Autor: Ian Livingstone e Steve Jackson
- Publicado em: 2022
- Gênero: Livro-jogo
- Edição indicada: Jambô — Fighting Fantasy nº 5, 3ª edição
- Páginas: 192 páginas
- Nota do Léo: 8.2 de 10
- Na Amazon: 4,8 de 5, em 433 avaliações de leitores
A leitura de A Cidade dos Ladrões
Livro-jogo em que você é o protagonista: atravessa Porto Blacksand atrás de um feiticeiro, escolhendo entre parágrafos numerados, rolando dados e anotando a evolução numa ficha ao fim do volume.
É o livro-jogo mais vendido da categoria RPG no Brasil, com 433 avaliações e 4,8, e é a porta de entrada mais barata que existe para o hobby: não precisa de grupo, de mestre nem de tarde marcada com quatro amigos. Abre e joga. As 192 páginas rendem rejogadas, porque os caminhos alternativos mudam bastante a partida.
A dificuldade é cruel do jeito dos anos 1980 — morre-se por escolher a porta errada, sem aviso. E o limite é estrutural: sem mestre não existe improviso, as opções são as que estão impressas. Depois de três partidas você já conhece o mapa e a graça cai.
Prós e contras de A Cidade dos Ladrões
✅ Prós
- 433 avaliações com 4,8 — o livro-jogo mais vendido da categoria RPG no Brasil
- Não precisa de grupo, mestre nem preparação: abre e joga, sozinho, em qualquer lugar
- 192 páginas que se rejogam — os caminhos alternativos mudam bastante a partida
- É a porta de entrada mais barata que existe para o hobby
⚠️ Contras
- A dificuldade é cruel do jeito dos anos 1980: você morre por escolher a porta errada
- Sem grupo não há improviso — as opções são as que estão escritas, e só
- Depois de três partidas você já conhece o mapa e a graça cai
Para quem é (e para quem não é)
- Leia se você for: quem quer experimentar RPG sozinho, sem grupo e sem mestre.
- Pule se você for: quem quer improvisar fora do que está escrito.
Vale a pena ler A Cidade dos Ladrões? O veredito
O veredito do Léo · nota 8.2/10
Fica em quarto e é o que eu daria para alguém testar se gosta do hobby. A Cidade dos Ladrões não exige grupo, mestre nem tarde livre marcada com quatro amigos — abre e joga. Porto Blacksand é um cenário ótimo, e as rejogadas rendem. O limite é estrutural: sem mestre não existe improviso, e a dificuldade é deliberadamente injusta, do jeito que se fazia nos anos 1980.
A Cidade dos Ladrões — Jambô
É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.
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Este livro ocupa a 4ª posição em Os 10 Melhores Livros de RPG.
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Perguntas frequentes sobre A Cidade dos Ladrões
A Cidade dos Ladrões vale a pena?
O que é um livro-jogo?
Precisa ler os outros Fighting Fantasy antes?
A Cidade dos Ladrões é difícil?
Quantas páginas tem A Cidade dos Ladrões?
Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.
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