Morte e Vida de Grandes Cidades, de Jane Jacobs: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Morte e Vida de Grandes Cidades, de Jane Jacobs, recebe nota 9.2/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 2ª posição em Os 10 Melhores Livros de Arquitetura: Projeto, Teoria, Cidade e História. É indicado para quem quer entender a vida urbana, as ruas e os bairros, e não é indicado para quem procura um livro sobre projetar edifícios. A edição que eu recomendo é a da WMF Martins Fontes — tradução de Carlos S. Mendes Rosa, com 510 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Escreve sobre o que torna as ruas seguras ou inseguras, o que é um bairro e a sua função na cidade, e por que alguns bairros permanecem pobres enquanto outros se revitalizam. Critica o urbanismo modernista e serve de base para avaliar a vida urbana.

  • Autor: Jane Jacobs
  • Publicado em: 1961
  • Gênero: Urbanismo
  • Edição indicada: WMF Martins Fontes — tradução de Carlos S. Mendes Rosa
  • Páginas: 510 páginas
  • Nota do Léo: 9.2 de 10
  • Na Amazon: 4,9 de 5, em 806 avaliações de leitores

A leitura de Morte e Vida de Grandes Cidades

Escreve sobre o que torna as ruas seguras ou inseguras, o que é um bairro e a sua função na cidade, e por que alguns bairros permanecem pobres enquanto outros se revitalizam. Critica o urbanismo modernista e serve de base para avaliar a vida urbana.

São 510 páginas na edição WMF Martins Fontes.

Tem 4,9 na Amazon com 806 avaliações.

Prós e contras de Morte e Vida de Grandes Cidades

✅ Prós

  • Nota 4,9 na Amazon com 806 avaliações
  • Explica o que torna uma rua segura ou insegura
  • Critica o urbanismo modernista com argumentos sobre a vida no bairro
  • Aparece em uma das listas editoriais que li

⚠️ Contras

  • 510 páginas
  • É urbanismo, e não projeto de edifícios
  • Publicado em 1961, trata de cidades americanas daquele tempo

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer entender a vida urbana, as ruas e os bairros.
  • Pule se você for: quem procura um livro sobre projetar edifícios.

Vale a pena ler Morte e Vida de Grandes Cidades? O veredito

O veredito do Léo · nota 9.2/10

Recomendo para quem quer entender a cidade além do desenho do prédio: Jane Jacobs escreve sobre o que torna as ruas seguras, o que é um bairro e por que alguns se revitalizam e outros não. A nota 4,9 vem de 806 leitores. São 510 páginas de urbanismo, e não de projeto de edifícios.

Morte e Vida de Grandes Cidades — WMF Martins Fontes

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Este livro ocupa a 2ª posição em Os 10 Melhores Livros de Arquitetura: Projeto, Teoria, Cidade e História.

Perguntas frequentes sobre Morte e Vida de Grandes Cidades

Morte e Vida de Grandes Cidades vale a pena?

Vale para quem quer entender a vida urbana, as ruas e os bairros: 4,9 na Amazon com 806 avaliações.

Quantas páginas tem?

São 510 páginas na edição da WMF Martins Fontes.

É livro de arquitetura?

É de urbanismo: trata de ruas, bairros e vida urbana, e critica o urbanismo modernista.

Quando foi publicado?

O original saiu em 1961, e a edição brasileira é da WMF Martins Fontes.

Resenha revisada em 30/10/2026 por Léo Rezende.

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