Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende, de Ramon M. Cosenza e Leonor B. Guerra: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende, de Ramon M. Cosenza e Leonor B. Guerra, recebe nota 8.3/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 6ª posição em Os 10 Melhores Livros sobre Neurociência, do Leigo ao Acadêmico. É indicado para professor, pai ou estudante que quer saber como o cérebro aprende de fato, e não é indicado para quem não tem interesse em sala de aula — o recorte é escolar. A edição que eu recomendo é a da Artmed, com 151 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Dois pesquisadores brasileiros explicam atenção, memória, emoção e sono do ponto de vista de quem ensina — e desmontam, um a um, os neuromitos que circulam em formação de professor.

  • Autor: Ramon M. Cosenza e Leonor B. Guerra
  • Publicado em: 2011
  • Gênero: Neurociência / Educação
  • Edição indicada: Artmed
  • Páginas: 151 páginas
  • Nota do Léo: 8.3 de 10
  • Na Amazon: 4,8 de 5, em 2.012 avaliações de leitores

A leitura de Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende

Ramon Cosenza e Leonor Guerra são pesquisadores brasileiros e escreveram o livro para quem dá aula. Atenção, memória, emoção, sono e desenvolvimento aparecem sempre pela pergunta prática: o que isso muda no que acontece na sala.

O melhor capítulo é o dos neuromitos. Estilos de aprendizagem, usar só 10% do cérebro, aluno de hemisfério direito — tudo isso circula em formação de professor e não tem apoio nenhum na pesquisa, e o livro mostra por quê.

São 151 páginas com 4,8 na Amazon e 2.012 avaliações, o que faz dele um dos títulos de neurociência mais lidos do Brasil. É de 2011 e a parte sobre memória já teria o que atualizar.

Prós e contras de Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende

✅ Prós

  • 2.012 avaliações com 4,8 — o mais lido do tema no Brasil depois dos clássicos
  • 151 páginas diretas, escritas para quem trabalha com ensino, não para o laboratório
  • É brasileiro, e os exemplos são de escola daqui
  • O capítulo sobre neuromitos sozinho já paga o livro

⚠️ Contras

  • É de 2011 e a pesquisa sobre memória avançou desde então
  • Formato de manual acadêmico, com linguagem de livro-texto
  • Quem não trabalha com educação vai achar o recorte estreito

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: professor, pai ou estudante que quer saber como o cérebro aprende de fato.
  • Pule se você for: quem não tem interesse em sala de aula — o recorte é escolar.

Vale a pena ler Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.3/10

É o livro que eu daria a toda escola, e não por entusiasmo: é o único desta lista que ataca de frente os neuromitos que professor ouve em formação — estilos de aprendizagem, os 10% do cérebro, hemisfério dominante. São 151 páginas de gente que pesquisa aqui, escrevendo para quem dá aula aqui.

Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende — Artmed

É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.

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Continue pelo ranking

Este livro ocupa a 6ª posição em Os 10 Melhores Livros sobre Neurociência, do Leigo ao Acadêmico.

Perguntas frequentes sobre Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende

Neurociência e Educação vale a pena?

Vale, e é o mais aplicável do tema para quem trabalha com ensino: 4,8 na Amazon com 2.012 avaliações em 151 páginas.

O livro serve para pais?

Serve. O recorte é escolar, mas os capítulos sobre atenção, memória e sono valem para qualquer adulto que acompanhe o estudo de uma criança.

O que são neuromitos?

Crenças sobre o cérebro que circulam na educação sem apoio científico — estilos de aprendizagem, os 10% do cérebro, hemisfério dominante. O livro desmonta os principais.

É um livro brasileiro?

É, de Ramon Cosenza e Leonor Guerra, pesquisadores brasileiros, pela Artmed.

Quantas páginas tem?

São 151 páginas — é o mais curto do tema entre os que valem a pena.

Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.

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