No Fundo é Amor, de Ali Hazelwood: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: No Fundo é Amor, de Ali Hazelwood, recebe nota 7.5/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 7ª posição em Livros de Ali Hazelwood: Os 10 Melhores e a Ordem de Leitura. É indicado para quem gosta de romance esportivo universitário e não se incomoda com cenas explícitas, e não é indicado para quem veio pelos livros de ciência — o tom aqui é outro, e bem mais picante. A edição que eu recomendo é a da Arqueiro — tradução de Thaís Britto, com 464 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Scarlett Vandermeer equilibra a faculdade com a rotina de atleta de saltos ornamentais enquanto se recupera de uma lesão que quase encerrou sua carreira. A vida discreta acaba quando ela se envolve com outro atleta.

  • Autor: Ali Hazelwood
  • Publicado em: 2025
  • Gênero: Romance jovem adulto
  • Edição indicada: Arqueiro — tradução de Thaís Britto
  • Páginas: 464 páginas
  • Nota do Léo: 7.5 de 10
  • Na Amazon: 4,7 de 5, em 4.978 avaliações de leitores

A leitura de No Fundo é Amor

Scarlett Vandermeer equilibra a faculdade com a rotina de atleta de saltos ornamentais enquanto se recupera de uma lesão que quase encerrou sua carreira. A lesão e o medo de perder tudo dão ao livro um peso que os romances de laboratório não têm.

O ambiente do esporte universitário americano é bem construído, com rotina e pressão reais, e foi ele que abriu para a Hazelwood o público que a Hannah Grace tinha conquistado — 4.978 avaliações em pouco mais de um ano.

O problema é o volume. São 464 páginas para uma trama que pedia 300, e a protagonista repete a estrutura da mocinha discreta e insegura já usada três vezes antes. É também de longe o mais explícito da bibliografia dela.

Prós e contras de No Fundo é Amor

✅ Prós

  • A lesão e o medo de perder a carreira dão ao livro um peso que os romances de laboratório não têm
  • O ambiente do esporte universitário americano é bem construído, com rotina e pressão reais
  • 4.978 avaliações em pouco mais de um ano — pegou o público de romance esportivo que a Hannah Grace abriu

⚠️ Contras

  • 464 páginas é longo demais para a trama que existe: sobra volume e falta acontecimento
  • É de longe o mais explícito dela, e quem vem dos primeiros livros pode se surpreender mal
  • A protagonista repete a estrutura da mocinha discreta e insegura já usada três vezes antes

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem gosta de romance esportivo universitário e não se incomoda com cenas explícitas.
  • Pule se você for: quem veio pelos livros de ciência — o tom aqui é outro, e bem mais picante.

Vale a pena ler No Fundo é Amor? O veredito

O veredito do Léo · nota 7.5/10

Fica em sétimo porque é competente e longo demais. No Fundo é Amor acerta no cenário — o esporte universitário rende, e a lesão dá uma angústia verdadeira — mas dilui isso em 464 páginas que pediam 300. Leia se romance esportivo é o seu gênero; pule se você veio pelos livros de ciência.

No Fundo é Amor — Arqueiro

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Este livro ocupa a 7ª posição em Livros de Ali Hazelwood: Os 10 Melhores e a Ordem de Leitura.

Perguntas frequentes sobre No Fundo é Amor

No Fundo é Amor vale a pena?

Vale se romance esportivo é o seu gênero: 4.978 avaliações com média 4,7. A lesão e o risco de perder a carreira dão uma angústia real, mas o livro é longo demais para o que tem a contar.

Quantas páginas tem No Fundo é Amor?

São 464 páginas na edição do Arqueiro, com tradução de Thaís Britto. É o segundo mais longo dela, atrás de Parceira.

No Fundo é Amor é muito picante?

É o mais explícito da autora, com margem folgada. Quem chegou pelos primeiros livros de laboratório pode se surpreender com a diferença de nível.

No Fundo é Amor faz parte de alguma série?

Não. É independente de tudo o mais que ela escreveu, inclusive dos livros de universidade.

É parecido com Quebrando o Gelo, da Hannah Grace?

É o mesmo nicho — romance esportivo universitário, com atleta e cenas explícitas. A Hazelwood escreve diálogo melhor; a Hannah Grace resolve o ritmo melhor.

Resenha revisada em 09/09/2026 por Léo Rezende.

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