O Jogo do Amor/Ódio, de Sally Thorne: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: O Jogo do Amor/Ódio, de Sally Thorne, recebe nota 8.7/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 1ª posição em Os 10 Melhores Livros Enemies to Lovers. É indicado para quem quer o enemies to lovers em estado puro, sem magia nem reino, e não é indicado para quem se incomoda com um par romântico cruel que é perdoado rápido. A edição que eu recomendo é a da Universo dos Livros — tradução de Mauricio Tamboni, com 400 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Lucy Hutton e Joshua Templeman são assistentes executivos dos dois diretores de uma editora recém-fundida, dividem a mesma sala e se odeiam abertamente. Quando surge uma promoção que só um dos dois pode ganhar, a guerra fica pessoal.

  • Autor: Sally Thorne
  • Publicado em: 2016
  • Gênero: Comédia romântica
  • Edição indicada: Universo dos Livros — tradução de Mauricio Tamboni
  • Páginas: 400 páginas
  • Nota do Léo: 8.7 de 10
  • Na Amazon: 4,6 de 5, em 17.652 avaliações de leitores

A leitura de O Jogo do Amor/Ódio

Lucy Hutton e Joshua Templeman são assistentes dos dois diretores de uma editora recém-fundida, dividem a mesma sala e se odeiam sem disfarce. Quando aparece uma promoção que só um pode ganhar, a guerra fica pessoal.

É o livro que virou sinônimo do tropo, e com razão. A rivalidade de escritório move a trama inteira, os jogos de provocação são engraçados de verdade, e a virada sobre quem Joshua é funciona porque o livro fica todo no ponto de vista dela.

Os problemas estão no fim. O terço final troca a guerra por drama familiar e o ritmo cai, e a crueldade dele na primeira metade é perdoada rápido demais para o que foi.

Prós e contras de O Jogo do Amor/Ódio

✅ Prós

  • É o livro que virou sinônimo do tropo: a rivalidade de escritório é o motor da trama do começo ao fim
  • Os jogos de provocação entre os dois são engraçados de verdade, não só tensos
  • 17.652 avaliações — é a comédia romântica de inimigos mais lida do Brasil
  • Fica inteiro no ponto de vista dela, e a virada sobre quem ele é realmente funciona

⚠️ Contras

  • O terço final troca a guerra por drama familiar, e o ritmo cai
  • Joshua passa metade do livro sendo cruel de um jeito que o final perdoa rápido demais

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer o enemies to lovers em estado puro, sem magia nem reino.
  • Pule se você for: quem se incomoda com um par romântico cruel que é perdoado rápido.

Vale a pena ler O Jogo do Amor/Ódio? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.7/10

Recomendo em primeiro lugar porque é a definição do gênero. O Jogo do Amor/Ódio faz a inimizade render cena, piada e tensão, em vez de só adiar o beijo. O final amolece mais do que devia, e ainda assim é o livro que todo o resto tenta repetir.

O Jogo do Amor/Ódio — Universo dos Livros

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Este livro ocupa a 1ª posição em Os 10 Melhores Livros Enemies to Lovers.

Perguntas frequentes sobre O Jogo do Amor/Ódio

O Jogo do Amor/Ódio vale a pena?

Vale, e é a definição do gênero: 17.652 avaliações com média 4,6. A inimizade rende cena e piada, não só atraso para o beijo.

Quantas páginas tem O Jogo do Amor/Ódio?

São 400 páginas na edição da Universo dos Livros, com tradução de Mauricio Tamboni.

O Jogo do Amor/Ódio é livro único?

É. O romance fecha a história de Lucy e Joshua sozinho, sem depender de série.

O Jogo do Amor/Ódio virou filme?

Virou, em 2021, com Lucy Hale e Austin Stowell. O livro tem bem mais tensão e humor que a adaptação.

O livro é picante?

Tem cenas quentes, mas concentradas no fim. A maior parte do livro é tensão e provocação, não sexo.

Resenha revisada em 21/09/2026 por Léo Rezende.

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