Paris É uma Festa, de Ernest Hemingway: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Paris É uma Festa, de Ernest Hemingway, recebe nota 8.6/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 4ª posição em Livros de Ernest Hemingway: Os 10 Melhores e Por Onde Começar. É indicado para quem quer ler sobre escrever, e sobre a Paris dos anos 1920, e não é indicado para quem espera um relato imparcial sobre os outros escritores. A edição que eu recomendo é a da Bertrand Brasil — 32ª edição, tradução de Ênio Silveira, com 252 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Memórias publicadas postumamente sobre os anos em que Hemingway, jovem e pobre, viveu em Paris com a primeira mulher e conviveu com outros escritores da época, enquanto aprendia a escrever.

  • Autor: Ernest Hemingway
  • Publicado em: 2013
  • Gênero: Memórias
  • Edição indicada: Bertrand Brasil — 32ª edição, tradução de Ênio Silveira
  • Páginas: 252 páginas
  • Nota do Léo: 8.6 de 10
  • Na Amazon: 4,6 de 5, em 2.222 avaliações de leitores

A leitura de Paris É uma Festa

Paris É uma Festa são as memórias dos anos em que Hemingway, jovem e pobre, viveu em Paris com a primeira mulher e conviveu com outros escritores. O livro foi publicado depois da morte dele.

É o melhor texto que ele deixou sobre o ofício de escrever, em capítulos curtos sobre um lugar, um hábito ou uma pessoa. Com 2.222 avaliações e 4,6, é o livro dele mais lido no Brasil depois de O Velho e o Mar.

É memória escrita décadas depois, por um homem acertando contas, e os retratos dos colegas são deliciosos justamente por não serem justos. Quem não conhece a Paris literária da época perde parte das referências.

Prós e contras de Paris É uma Festa

✅ Prós

  • 2.222 avaliações — o livro dele mais lido no Brasil depois de O Velho e o Mar
  • É o melhor livro sobre o ofício de escrever que ele deixou
  • 252 páginas de capítulos curtos, cada um sobre um lugar, um hábito ou uma pessoa
  • Os retratos dos outros escritores da época são cruéis e muito divertidos

⚠️ Contras

  • É memória escrita décadas depois, e os acertos de contas com outros autores são evidentes
  • A pobreza romantizada soa diferente quando se sabe como ele viveu depois
  • Quem não conhece a Paris literária dos anos 1920 perde metade das referências

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer ler sobre escrever, e sobre a Paris dos anos 1920.
  • Pule se você for: quem espera um relato imparcial sobre os outros escritores.

Vale a pena ler Paris É uma Festa? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.6/10

Fica em quarto e é o livro dele que eu mais releio. Paris É uma Festa é sobre ser jovem, pobre e aprender a escrever num café, e é o melhor texto que ele deixou sobre o ofício. Só leia sabendo que é memória escrita décadas depois por um homem acertando contas — os retratos dos colegas são deliciosos justamente por não serem justos.

Paris É uma Festa — Bertrand Brasil

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Este livro ocupa a 4ª posição em Livros de Ernest Hemingway: Os 10 Melhores e Por Onde Começar.

Perguntas frequentes sobre Paris É uma Festa

Paris É uma Festa vale a pena?

Vale, e é o melhor livro dele sobre escrever. São 252 páginas com 4,6 na Amazon e 2.222 avaliações.

Paris É uma Festa é romance?

Não. São memórias dos anos que ele passou em Paris na juventude, publicadas depois da morte do autor.

Quais escritores aparecem em Paris É uma Festa?

Vários autores da Paris dos anos 1920, entre eles F. Scott Fitzgerald e Gertrude Stein, retratados sem nenhuma preocupação com justiça.

Quantas páginas tem Paris É uma Festa?

São 252 páginas na edição da Bertrand Brasil, com tradução de Ênio Silveira.

Precisa conhecer a obra do Hemingway antes?

Não precisa. É um bom primeiro livro dele para quem prefere memória a ficção.

Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.

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