Xeque-Mate, de Ali Hazelwood: resenha, prós e contras

Leitura, análise e recomendação
Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.
Mallory Greenleaf largou o xadrez há quatro anos e trabalha numa oficina para sustentar a mãe doente e as irmãs. Um torneio beneficente a coloca contra Nolan Sawyer, campeão mundial — e ela ganha sem querer.
- Autor: Ali Hazelwood
- Publicado em: 2023
- Gênero: Romance jovem adulto
- Edição indicada: Arqueiro — tradução de Roberta Clapp
- Páginas: 336 páginas
- Nota do Léo: 8.3 de 10
- Na Amazon: 4,7 de 5, em 2.621 avaliações de leitores
A leitura de Xeque-Mate
Mallory Greenleaf largou o xadrez há quatro anos e trabalha numa oficina mecânica para sustentar a mãe doente e as irmãs. Um torneio beneficente a coloca contra Nolan Sawyer, campeão mundial, e ela vence sem querer.
É o mais subestimado dela, com apenas 2.621 avaliações. O xadrez é o melhor cenário que ela já usou porque o jogo carrega tensão própria, e o motivo de Mallory ter largado o esporte é concreto e doloroso o bastante para sustentar o livro inteiro.
O par romântico é o ponto fraco: Nolan existe mais como prêmio do que como pessoa, e é o menos desenvolvido dos livros principais. O livro se sustenta mesmo assim, o que diz bastante sobre o resto.
Prós e contras de Xeque-Mate
✅ Prós
- O xadrez é o melhor cenário que ela já usou: o jogo tem tensão própria e não precisa de invenção
- Mallory tem um motivo concreto e doloroso para ter largado o esporte, e isso sustenta o livro inteiro
- É o mais curto dos principais, com 336 páginas que correm
- A relação com as irmãs é a subtrama familiar mais bem escrita da obra dela
⚠️ Contras
- Só 2.621 avaliações — é dos menos lidos dela no Brasil, e o público de YA não a encontrou
- Nolan é o par romântico menos desenvolvido dos livros principais: ele existe mais como prêmio do que como pessoa
- Quem joga xadrez vai achar as partidas descritas de forma vaga demais
Para quem é (e para quem não é)
- Leia se você for: quem diz não gostar de romance — é o mais fácil de defender da obra dela.
- Pule se você for: quem joga xadrez a sério e vai implicar com as partidas descritas de forma vaga.
Vale a pena ler Xeque-Mate? O veredito
O veredito do Léo · nota 8.3/10
É o mais subestimado dela e o que eu mais recomendo para quem diz não gostar de romance. Xeque-Mate tem um conflito que não depende de mal-entendido: Mallory quer mesmo largar o xadrez, e o motivo é bom. O par romântico é fraco, e mesmo assim o livro se sustenta — o que diz muito sobre o resto.
Xeque-Mate — Arqueiro
É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.
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Este livro ocupa a 3ª posição em Livros de Ali Hazelwood: Os 10 Melhores e a Ordem de Leitura.
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Perguntas frequentes sobre Xeque-Mate
Xeque-Mate da Ali Hazelwood vale a pena?
Quantas páginas tem Xeque-Mate?
Xeque-Mate é jovem adulto?
Precisa saber jogar xadrez?
Por que Xeque-Mate é tão pouco lido no Brasil?
Resenha revisada em 11/09/2026 por Léo Rezende.
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