Xeque-Mate, de Ali Hazelwood: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Xeque-Mate, de Ali Hazelwood, recebe nota 8.3/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 3ª posição em Livros de Ali Hazelwood: Os 10 Melhores e a Ordem de Leitura. É indicado para quem diz não gostar de romance — é o mais fácil de defender da obra dela, e não é indicado para quem joga xadrez a sério e vai implicar com as partidas descritas de forma vaga. A edição que eu recomendo é a da Arqueiro — tradução de Roberta Clapp, com 336 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Mallory Greenleaf largou o xadrez há quatro anos e trabalha numa oficina para sustentar a mãe doente e as irmãs. Um torneio beneficente a coloca contra Nolan Sawyer, campeão mundial — e ela ganha sem querer.

  • Autor: Ali Hazelwood
  • Publicado em: 2023
  • Gênero: Romance jovem adulto
  • Edição indicada: Arqueiro — tradução de Roberta Clapp
  • Páginas: 336 páginas
  • Nota do Léo: 8.3 de 10
  • Na Amazon: 4,7 de 5, em 2.621 avaliações de leitores

A leitura de Xeque-Mate

Mallory Greenleaf largou o xadrez há quatro anos e trabalha numa oficina mecânica para sustentar a mãe doente e as irmãs. Um torneio beneficente a coloca contra Nolan Sawyer, campeão mundial, e ela vence sem querer.

É o mais subestimado dela, com apenas 2.621 avaliações. O xadrez é o melhor cenário que ela já usou porque o jogo carrega tensão própria, e o motivo de Mallory ter largado o esporte é concreto e doloroso o bastante para sustentar o livro inteiro.

O par romântico é o ponto fraco: Nolan existe mais como prêmio do que como pessoa, e é o menos desenvolvido dos livros principais. O livro se sustenta mesmo assim, o que diz bastante sobre o resto.

Prós e contras de Xeque-Mate

✅ Prós

  • O xadrez é o melhor cenário que ela já usou: o jogo tem tensão própria e não precisa de invenção
  • Mallory tem um motivo concreto e doloroso para ter largado o esporte, e isso sustenta o livro inteiro
  • É o mais curto dos principais, com 336 páginas que correm
  • A relação com as irmãs é a subtrama familiar mais bem escrita da obra dela

⚠️ Contras

  • Só 2.621 avaliações — é dos menos lidos dela no Brasil, e o público de YA não a encontrou
  • Nolan é o par romântico menos desenvolvido dos livros principais: ele existe mais como prêmio do que como pessoa
  • Quem joga xadrez vai achar as partidas descritas de forma vaga demais

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem diz não gostar de romance — é o mais fácil de defender da obra dela.
  • Pule se você for: quem joga xadrez a sério e vai implicar com as partidas descritas de forma vaga.

Vale a pena ler Xeque-Mate? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.3/10

É o mais subestimado dela e o que eu mais recomendo para quem diz não gostar de romance. Xeque-Mate tem um conflito que não depende de mal-entendido: Mallory quer mesmo largar o xadrez, e o motivo é bom. O par romântico é fraco, e mesmo assim o livro se sustenta — o que diz muito sobre o resto.

Xeque-Mate — Arqueiro

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Este livro ocupa a 3ª posição em Livros de Ali Hazelwood: Os 10 Melhores e a Ordem de Leitura.

Perguntas frequentes sobre Xeque-Mate

Xeque-Mate da Ali Hazelwood vale a pena?

Vale, e é o mais subestimado dela: 2.621 avaliações com média 4,7. Tem o conflito mais bem construído da obra — Mallory quer mesmo largar o xadrez, e o motivo é bom.

Quantas páginas tem Xeque-Mate?

São 336 páginas na edição do Arqueiro, com tradução de Roberta Clapp. É o mais curto entre os romances principais dela.

Xeque-Mate é jovem adulto?

É, e o tom é mais leve que o dos livros adultos dela. As cenas picantes são bem mais contidas que em No Fundo é Amor ou Noiva.

Precisa saber jogar xadrez?

Não. As partidas são descritas pela tensão, não pelos lances — o que agrada quem não joga e frustra quem joga.

Por que Xeque-Mate é tão pouco lido no Brasil?

Ele saiu como jovem adulto e o público dela aqui é de romance adulto, então caiu num vão de mercado. É o caso mais claro de livro bom que não encontrou o leitor.

Resenha revisada em 11/09/2026 por Léo Rezende.

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