Adeus às Armas, de Ernest Hemingway: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: Adeus às Armas, de Ernest Hemingway, recebe nota 8.8/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 3ª posição em Livros de Ernest Hemingway: Os 10 Melhores e Por Onde Começar. É indicado para quem quer o melhor romance de guerra e amor dele, e não é indicado para quem não tolera final seco e sem consolo. A edição que eu recomendo é a da Bertrand Brasil — 15ª edição, tradução de Monteiro Lobato, com 406 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Romance semiautobiográfico sobre um tenente americano que dirige ambulâncias para o exército italiano na Primeira Guerra Mundial e se apaixona por uma enfermeira inglesa.

  • Autor: Ernest Hemingway
  • Publicado em: 2013
  • Gênero: Romance
  • Edição indicada: Bertrand Brasil — 15ª edição, tradução de Monteiro Lobato
  • Páginas: 406 páginas
  • Nota do Léo: 8.8 de 10
  • Na Amazon: 4,4 de 5, em 1.275 avaliações de leitores

A leitura de Adeus às Armas

Adeus às Armas é um romance semiautobiográfico sobre um tenente americano que dirige ambulâncias para o exército italiano na Primeira Guerra. No front, ele se apaixona por uma enfermeira inglesa.

É o romance mais bem acabado do Hemingway, com uma economia que Por Quem os Sinos Dobram não tem, e a retirada de Caporetto é das melhores cenas de guerra da literatura. O The Guardian o incluiu entre os cem melhores romances já escritos.

A edição da Bertrand traz a tradução de Monteiro Lobato, que é curiosidade e obstáculo ao mesmo tempo: o vocabulário soa datado. Os diálogos do casal são repetitivos de propósito, e o final é famoso por não perdoar.

Prós e contras de Adeus às Armas

✅ Prós

  • Eleito pelo The Guardian um dos cem melhores romances já escritos
  • A retirada de Caporetto é das melhores sequências de guerra da literatura
  • A tradução é de Monteiro Lobato, o que por si só é uma curiosidade de estante
  • 406 páginas: o tamanho certo para a história que conta

⚠️ Contras

  • A tradução de Lobato é antiga, e parte do vocabulário soa datado hoje
  • Os diálogos do casal são repetitivos de propósito, e nem todo leitor aguenta
  • O final é famoso por ser seco a ponto de parecer cruel

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem quer o melhor romance de guerra e amor dele.
  • Pule se você for: quem não tolera final seco e sem consolo.

Vale a pena ler Adeus às Armas? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.8/10

Fica em terceiro e é o romance mais bem acabado dele. Adeus às Armas junta guerra e amor com uma economia que Por Quem os Sinos Dobram não tem, e a retirada de Caporetto é das melhores cenas de guerra que já li. A tradução de Monteiro Lobato é uma curiosidade e um obstáculo: é antiga, e o vocabulário soa datado. O final, aviso, não perdoa.

Adeus às Armas — Bertrand Brasil

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Este livro ocupa a 3ª posição em Livros de Ernest Hemingway: Os 10 Melhores e Por Onde Começar.

Perguntas frequentes sobre Adeus às Armas

Adeus às Armas vale a pena?

Vale, e é o romance mais bem acabado do Hemingway. São 406 páginas com 4,4 na Amazon e 1.275 avaliações.

Adeus às Armas é autobiográfico?

É semiautobiográfico. Hemingway foi motorista de ambulância na Itália na Primeira Guerra e foi ferido lá.

Quem traduziu Adeus às Armas no Brasil?

A edição da Bertrand Brasil traz a tradução de Monteiro Lobato.

Quantas páginas tem Adeus às Armas?

São 406 páginas na edição da Bertrand Brasil.

Adeus às Armas tem final triste?

Tem, e é um dos finais mais secos da literatura americana. Vale saber antes de começar.

Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.

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