O Monge e o Executivo, de James C. Hunter: resenha, prós e contras

🎯 Resposta direta: O Monge e o Executivo, de James C. Hunter, recebe nota 8.8/10 aqui no Mural dos Livros e ocupa a 2ª posição em Os 10 Melhores Livros sobre Liderança para Quem Lidera de Verdade. É indicado para quem acabou de assumir uma equipe e nunca leu nada sobre liderar, e não é indicado para quem se incomoda com tom quase religioso. A edição que eu recomendo é a da Sextante, com 144 páginas.
Léo Rezende

Por Léo Rezende
Leitura, análise e recomendação

Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.

Um executivo em crise passa uma semana num mosteiro e aprende, com um monge que foi presidente de empresa, que liderar é servir. A tese vem embrulhada numa história, não num manual.

  • Autor: James C. Hunter
  • Publicado em: 2004
  • Gênero: Liderança / Negócios
  • Edição indicada: Sextante
  • Páginas: 144 páginas
  • Nota do Léo: 8.8 de 10
  • Na Amazon: 4,8 de 5, em 8.656 avaliações de leitores

A leitura de O Monge e o Executivo

Um executivo em crise passa uma semana num mosteiro e aprende, com um monge que foi presidente de empresa, que liderar é servir. A tese vem embrulhada numa história, não num manual.

É o livro de liderança mais lido do Brasil: 8.656 avaliações com 4,8. A distinção entre poder e autoridade — um se impõe, outro se conquista — é a ideia mais útil do gênero, e as 144 páginas terminam num fim de semana.

A moldura ficcional é pobre: os personagens existem só para expor a tese. O livro repete o mesmo argumento em capítulos diferentes, e o tom quase religioso afasta parte dos leitores.

Prós e contras de O Monge e o Executivo

✅ Prós

  • Livro de liderança mais lido do Brasil: 8.656 avaliações com 4,8
  • 144 páginas em forma de narrativa — termina num fim de semana
  • A distinção entre poder e autoridade é a ideia mais útil do gênero
  • Funciona para quem lidera equipe, casa ou sala de aula

⚠️ Contras

  • A moldura ficcional é pobre: os personagens existem só para expor a tese
  • Repete o mesmo argumento em capítulos diferentes
  • O tom quase religioso afasta parte dos leitores

Para quem é (e para quem não é)

  • Leia se você for: quem acabou de assumir uma equipe e nunca leu nada sobre liderar.
  • Pule se você for: quem se incomoda com tom quase religioso.

Vale a pena ler O Monge e o Executivo? O veredito

O veredito do Léo · nota 8.8/10

É o livro de liderança que mais circula no Brasil e continua merecendo. A ideia central — autoridade se conquista servindo, poder só se impõe — resolve metade dos problemas de chefe novo. A história é frágil, mas em 144 páginas ninguém está ali pela literatura.

O Monge e o Executivo — Sextante

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Este livro ocupa a 2ª posição em Os 10 Melhores Livros sobre Liderança para Quem Lidera de Verdade.

Perguntas frequentes sobre O Monge e o Executivo

O Monge e o Executivo vale a pena?

Vale, e é a melhor porta de entrada em liderança: 8.656 avaliações com 4,8, em 144 páginas que terminam num fim de semana.

Qual a ideia central do livro?

Que liderança é serviço, e que autoridade se conquista enquanto poder apenas se impõe. É a distinção que organiza o livro inteiro.

O Monge e o Executivo é um livro religioso?

Não é livro de religião, mas o cenário é um mosteiro e o tom tem inspiração cristã. Quem se incomoda com isso vai estranhar.

Serve para quem não é chefe?

Serve. A tese vale para qualquer relação em que alguém precise influenciar outro — em casa, em sala de aula ou em time de voluntários.

Quantas páginas tem?

São 144 páginas na edição da Sextante.

Resenha revisada em 03/10/2026 por Léo Rezende.

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