O Vendedor de Sonhos: O Chamado, de Augusto Cury: resenha, prós e contras

Leitura, análise e recomendação
Apaixonado por livros desde sempre, Léo Rezende criou o Mural dos Livros para compartilhar leituras, resenhas e descobertas com quem também não resiste a uma boa estante. Lê de clássico russo a suspense de aeroporto, e conta a verdade sobre os dois.
Um homem impede o suicídio de um professor no alto de um prédio e passa a reunir seguidores improváveis — um mendigo, um viciado, um executivo falido — para vender sonhos numa cidade que não quer comprar.
- Autor: Augusto Cury
- Publicado em: 2008
- Gênero: Ficção
- Edição indicada: DreamSellers — disponível principalmente em edição digital
- Páginas: não informado pela editora
- Nota do Léo: 8.4 de 10
- Na Amazon: 4,7 de 5, em 1.304 avaliações de leitores
A leitura de O Vendedor de Sonhos: O Chamado
O Vendedor de Sonhos faz o que os manuais do Augusto Cury não fazem: te dá gente para acompanhar. Um homem impede um suicídio no alto de um prédio e passa a reunir seguidores improváveis — um mendigo, um viciado, um executivo falido — para vender sonhos numa cidade que não quer comprar.
Os personagens marginalizados dão ao livro um humanismo que não soa artificial, e é a melhor ficção dele. Li em duas noites e me diverti. Virou filme brasileiro em 2016 e rendeu volumes seguintes, então há continuidade para quem gostar.
O protagonista é uma figura messiânica com respostas prontas, e isso pesa na segunda metade — ele tem tendência a discursar em momentos em que uma pessoa normal só diria 'vamos embora'. Os diálogos frequentemente param a história para virar aula: a ficção serve à tese, não o contrário. Se você acha autoajuda chata, comece por este.
Prós e contras de O Vendedor de Sonhos: O Chamado
✅ Prós
- É a melhor ficção dele, e a mais lida: virou filme brasileiro em 2016
- Passa as ideias do autor em forma de história, o que funciona muito melhor que o formato de manual
- Os personagens marginalizados dão ao livro um humanismo que não soa artificial
- Rendeu dois volumes seguintes, então há continuidade pra quem gostar
⚠️ Contras
- O protagonista é uma figura messiânica com respostas prontas, e isso pesa na segunda metade
- Os diálogos frequentemente param a história pra virar aula — a ficção serve à tese, não o contrário
- A edição física do primeiro volume é difícil de achar hoje; o que circula é o formato digital
Para quem é (e para quem não é)
- Leia se você for: quem acha autoajuda chata e prefere as mesmas ideias em forma de romance.
- Pule se você for: quem se irrita com protagonista messiânico e diálogos que viram aula.
Vale a pena ler O Vendedor de Sonhos: O Chamado? O veredito
O veredito do Léo · nota 8.4/10
Recomendo, e é por aqui que eu entraria na obra dele. O Vendedor de Sonhos faz o que os manuais dele não fazem: te dá gente pra acompanhar. Li em duas noites e me diverti, ainda que o protagonista tenha uma tendência a discursar em momentos em que uma pessoa normal só diria "vamos embora". Se você acha autoajuda chata, comece por este — é romance, e um romance decente.
O Vendedor de Sonhos: O Chamado — DreamSellers
É a edição que eu indico deste título. Preço e disponibilidade mudam direto, então confira lá.
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Perguntas frequentes sobre O Vendedor de Sonhos: O Chamado
O Vendedor de Sonhos vale a pena?
O Vendedor de Sonhos tem continuação?
Quantas páginas tem O Vendedor de Sonhos?
O Vendedor de Sonhos virou filme?
Qual livro do Augusto Cury ler primeiro?
Resenha revisada em 31/08/2026 por Léo Rezende.
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